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ZOO-ILÓGICO

A peça traz para os palcos um incrível estímulo à criatividade! A partir do uso, e da transformação de simples objetos do cotidiano, desfilam pela cena mais de uma dezena de divertidas e inusitadas criaturas animadas: uma galinha feita com um bule e um espanador de pó, uma tartaruga composta por uma saladeira e uma colher, um gato simbolizado por uma peneira, entre tantas outras. Tudo começa quando dois amigos resolvem fazer um piquenique no Zoológico.  Ao encontrarem as portas do parque fechadas, não se intimidarão em criar, com muita criatividade e um certo non-sense, o seu zoológico particular, em que bichos serão feitos de pratos, panos, garrafas,  talheres e tudo o mais que estiver ao alcance de suas mãos. As nada comuns criaturas viverão situações cômicas ou poéticas. Estará criado o Zôo-ilógico, possível na imaginação de todos. E aberto, sempre!

A imprensa comenta

 

“Zôo-Ilógico é um primor. Um programa para toda a família, aliando fantasia e técnica de forma atraente e prazerosa. O uso do chamado “teatro de objetos”, em que coisas inanimadas ganham vida pelas mãos dos atores manipuladores é harmonioso com a história, ingênuo sem ser antigo, hilário sem ser grosseiro e, de quebra, com momentos de pura poesia e romantismo. As transformações que se dão à frente da platéia são de uma criatividade incrível. O non sense de algumas criaturas-objetos intriga e estimula a imaginação. Adultos se empolgam de uma forma pouco vista nas platéias de teatro infantil e crianças vivem 50 minutos de puro encantamento.”

DIB CARNEIRO NETO – JORNAL O ESTADO DE SÃO PAULO - 09/04/2004

 

“Bule, espanador e saco de lixo viram galinha, elefante e foca no teatro de bonecos Zôo-Ilógico. O público vê os personagens-bichos sendo feitos e pode aproveitar as idéias em casa. Os amigos nãao falam quase nada, mas fazem caras muito engraçadas e se comunicam por gestos. Até um bebê de nove meses batia palmas e dançava no colo da mãe”.

JORNAL “FOLHINHA DE SÃO PAULO” - 20/03/2004

 

“A montagem é um dos melhores espetáculos infantis da cidade. Na trama, a intenção dos personagens era fazer um piquenique no zoológico. Ao encontrar o local fechado, resta-lhes soltar a imaginação. Sem palavras, e com um sincronismo espantoso, os atores enfeitiçam a platéia ao transformar pratos, bacias, talheres e panelas em animais encantadores.”

REVISTA VEJA SÃO PAULO - 01/03/2004

 

“O grupo manipula objetos com mestria. Não são apenas os objetos que ganham vida nas cenas, pois os manipuladores são muito expressivos. À vontade com a arte de interpretar, eles brincam com a plateia e iludem a todos, sem afetação ou estardalhaços.”

MÔNICA RODRIGUES DA COSTA – JORNAL FOLHA DE SÃO PAULO - 01/03/2004

FICHA TÉCNICA

 

IDEIA ORIGINAL:

HENRIQUE SITCHIN

 

ROTEIRO, CRIAÇÃO E PRODUÇÃO GERAL: 

HENRIQUE SITCHIN, CLÁUDIO SALTINI E VERÔNICA GERCHMAN

 

DIREÇÃO:  

VERÔNICA GERCHMAN

 

ELENCO: 

GABRIEL SITCHIN E ROGÉRIO UCHOAS

CIDADE AZUL

A Cidade Azul é o meu espetáculo preferido!

Kaique - 02/03/2022

VOVÔ

Eu gostei muito do espetáculo e recomendo! Muito maravilhoso

Rogério Cruz - 02/03/2022

A BRUXINHA

Muito emocionante, tudo perfeito!

Paolo - 02/03/2022

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